terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Festa da Palavra


No passado domingo, as crianças de 4º e 5º anos de catequese celebraram a sua Festa da Palavra, durante a Eucaristia dominical. Receberam, das mãos dos seus pais, ou de quem os acompanhou, a sua Bíblia.
A Palavra de Deus é central na vida de um cristão. Na catequese, as crianças iniciam o seu contacto com essa Palavra, aprendem a usar a Bíblia e descobrem, pouco a pouco, a pessoa de Jesus Cristo que aí se revela.
Foram seis as crianças que receberam a Bíblia:
  • João Pedro Butes Cabeça Branca
  • Catarina Alexandre Carvalho
  • Franscisco Manuel Vedorias
  • João Miguel Tregeira Pinto
  • Marta Filipa Candeias Jacinto
  • Matilde Miguéns Jorge Redondo
A todos eles os nossos parabéns.
E obrigado à catequista, Dª Benvinda Soeiro.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Visita Pastoral

O Arcebispo da nossa diocese, D. José Alves, fará em breve uma Visita Pastoral a São Cristóvão. O programa da visita, que decorrerá entre 11 e 25 de Março, está a ser preparado e será oportunamente divulgado.
Esta visita será, certamente, uma ocasião de crescimento e dinamização da fé. Apelamos, desde já, à participação de todos.
Entretanto, publicamos a carta que o Senhor Arcebispo escreveu às comunidades:


"Estimados  Diocesanos,
No início de mais um ano, dirijo-me a todos vós, movido pela caridade pastoral, para vos exprimir a minha solicitude apostólica, vos dizer quanto me sinto unido a todos vós, partilhando das vossas preocupações e sofrimentos, alegrias e esperanças. Sempre vos tenho presentes nas minhas orações, implorando para todos as bênçãos de Deus, a fim de que nestes tempos de austeridade e contenção económica, não haja carência de solidariedade cristã nem de esperança jubilosa, iluminada pela fé.
Quero partilhar convosco um projecto pastoral que tenho muito a peito e pedir para ele o vosso apoio e oração quotidiana. Na sequência do anúncio feito no Dia da Igreja Diocesana, comunico-vos que, de Fevereiro a Maio, farei a Visita Pastoral às paróquias da Vigararia de Montemor-o-Novo. Seguindo o exemplo de Jesus, que percorria as cidades e aldeias (cf Mt 9,35), se compadecia das multidões que O seguiam e a todos anunciava a Boa Nova do Reino, também eu irei para o meio das comunidades que Deus me confiou, movido pelo desejo de conhecer melhor as condições de vida de todos, disposto a consolar os tristes, estimular os abatidos, compreender os aflitos, amar os pobres e abandonados, dando assim cumprimento à minha missão de anunciar o Evangelho a toda a criatura (cf Mc 16,15) e de confirmar a fé dos baptizados. A minha visita dirige-se em primeiro lugar às comunidades paroquiais, com seus órgãos e movimentos de apostolado, mas encontrarei igualmente tempo para visitar as escolas e as outras instituições e colectividades que mostrem disponibilidade para me receberem, de acordo com o programa elaborado pelos párocos.
Porém, ciente dos meus limites para o desempenho cabal da missão apostólica, recorri à colaboração de presbíteros, que ajudarão os párocos na pregação e nas celebrações litúrgicas, de religiosas e de leigos, que, investidos de corresponsabilidade eclesial, aceitaram partir em missão, como os setenta e dois discípulos enviados por Jesus, mais confiados no poder da Palavra de Deus do que nos seus dotes pessoais. Por isso, em todas as paróquias haverá um tempo de visitas domiciliárias, feitas por esses meus enviados, em nome de Jesus Cristo. São pessoas de bem e de paz. Não vão pedir nada. Apenas pretendem partilhar a alegria de se terem encontrado um dia com Cristo ressuscitado. Acolhei-os, confiados nas palavras de Jesus: quem vos recebe a Mim recebe (Mt 10,40).
Mas para garantir o bom sucesso deste tempo de missão e de Visita Pastoral, não me limitei a solicitar a ajuda de alguns colaboradores. Invoquei também a protecção de Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, que visitou a nossa Terra, no lugar da Cova da Iria. E, para fortalecer o vosso amor filial à Virgem de Fátima, uma Imagem Peregrina de Nossa Senhora virá também visitar todos os lugares das vossas paróquias, para nos lembrar mais uma vez a mensagem evangélica de Jesus, tal como fez aos pastorinhos, há perto de cem anos. Oxalá cada um de nós, a exemplo dos pastorinhos, se deixe guiar por Maria. Imitando-a, aprendamos a ser discípulos de Jesus. Escutando as suas recomendações de Mestra, acreditemos na Palavra, guardemo-la em nosso coração e façamos dela a norma da nossa vida. Acolhendo-nos à sua protecção de Mãe, confiemos no seu amor maternal e deixemo-nos conduzir por ela.
Esperando encontrar-vos, fico em oração por vós. Rezai pelos frutos da Visita Pastoral.  

Évora, 10 de Janeiro de 2012, Festa do Baptismo do Senhor
+José, Arcebispo de Évora


Conversas à volta da fé

A fé faz parte da nossa vida. É uma dimensão importante, que pode e deve ser cultivada. Por isso mesmo, propomos que haja em São Cristóvão um tempo e um espaço para a formação, para a partilha, para a oração e, sobretudo, para o encontro.
Temos tempo para o trabalho, para a família, para os amigos e para fazer muitas outras coisas que enchem o nosso quotidiano. Por que não dedicar uma hora, de vez em quando, a aprofundar temas directamente ligados à espiritualidade cristã? É essa a ideia e é para isso que convidamos todos os que quiserem juntar-se.
Na próxima sexta-feira, dia 27, às 18.30h, no Centro de Catequese.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Quem iria?


Na história dos Magos há vários personagens. E as suas atitudes perante a notícia de um Deus nascido mostram sensibilidades bem diversas.
Herodes rejeita e manipula, com vista aos seus próprios interesses.
Os escribas e sacerdotes, especialistas e homens informados, manifestam indiferença: teriam coisas mais importantes para fazer que mudar a sua vida por causa do Messias esperado.
São os Magos, estrangeiros e pagãos, os que mais se importam. Que procuram. Que seguem a estrela. Que vão e adoram.
Se o Menino nascesse hoje, por aqui, nos arredores de São Cristóvão, quem iria?

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Bom Ano Novo!


“A paz não é só ausência de guerra, nem se limita a assegurar o equilíbrio das forças adversas. A paz não é possível na terra sem a salvaguarda dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos e a prática assídua da fraternidade”. A paz é fruto da justiça e efeito da caridade. É, antes de mais nada, dom de Deus. Nós, os cristãos, acreditamos que a nossa verdadeira paz é Cristo: n’Ele, na sua Cruz, Deus reconciliou consigo o mundo e destruiu as barreiras que nos separavam uns dos outros (cf. Ef 2, 14-18); n’Ele, há uma única família reconciliada no amor.
A paz, porém, não é apenas dom a ser recebido, mas obra a ser construída. Para sermos verdadeiramente artífices de paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, a fraternidade, ser ativos dentro da comunidade e solícitos em despertar as consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos. “Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” – diz Jesus no sermão da montanha (Mt 5, 9).
A paz para todos nasce da justiça de cada um, e ninguém pode subtrair-se a este compromisso essencial de promover a justiça segundo as respetivas competências e responsabilidades. De forma particular convido os jovens, que conservam viva a tensão pelos ideais, a procurarem com paciência e tenacidade a justiça e a paz e a cultivarem o gosto pelo que é justo e verdadeiro, mesmo quando isso lhes possa exigir sacrifícios e obrigue a caminhar contracorrente."

sábado, 24 de dezembro de 2011

Eis que chega...


Véspera de Natal. Dia cheio. Preparativos. Urgências de última hora. Gente a chegar. Família. Telefonemas. Mensagens. O serviço de louça. O vinho. A toalha e os arranjos. As flores. A comida. Muita comida. Doces, chocolates, bolos, semi-frios e pudins. Presentes. Muitos embrulhos. E deviam ser mais, mas o dinheiro é pouco... Correria. Cansaço.
Há tudo isto. E muito mais.
Mas há também o que mais importa. Um Deus vai nascer para nós; um menino nos vai ser dado. E traz com ele a esperança, de que tanto carecemos. E convida-nos a renascer também. E a renovar o mundo que é nosso, a começar pelo que está ao alcance da mão.
Hoje à noite, às onze horas, é isto que vamos celebrar. Na missa "do galo". No sítio do costume. Contamos consigo.

A Paróquia de São Cristóvão deseja a todos um Santo Natal.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Já viram o nosso presépio?

É tradição (das boas!) fazer um presépio na Igreja de São Cristóvão. Este ano também se fez. Com musgo (do verdadeiro!),imagens, luzes e tudo o mais que cabia lá! A rapaziada animou-se e fez um presépio muito bonito. Já foi ver? Não?! De que está à espera?
Ficam algumas imagens...

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Oração de Advento


Estamos quase a terminar o tempo de Advento. Mais uns dias e celebraremos o nascimento de Jesus Cristo.
Os acontecimentos importantes merecem ser preparados. É por isso que convidamos todos os que quiserem juntar-se a nós para um momento de oração. Será amanhã, quarta feira, às seis da tarde, na igreja paroquial.
Preparada pelo grupo de jovens, e aberta a toda a comunidade, será uma ocasião para preparar o coração e a vida para a chegada do Menino.
Rezar é bom. Rezar juntos, ainda é melhor.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Confissões

Aproxima-se o Natal, assinalando o nascimento de Jesus Cristo.
A preparação pessoal passa pelo perdão de Deus. Porque pecamos. Porque erramos. Porque estamos longe de sermos perfeitos. Assumimos esta nossa condição com a lúcida humildade de quem se sabe capaz de fazer melhor. De ser melhor.
Amanhã, quinta-feira, dia 15 de Dezembro, haverá tempo para a reconciliação sacramental. Para uma celeberação/sinal do perdão de Deus. Dia de confissões, portanto. Para quem quiser.
Depois da missa das 18.00 horas, estarão vários sacerdotes na igreja paroquial, disponíveis para atender quem apareça.

Imagem: O retorno do filho pródigo, de Rembrandt.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Houve Festa... e foi assim

Houve teatro, música, poesia e, sobretudo muita boa disposição. A nossa festa de Natal juntou miúdos e graúdos, num convívio que antecipou a celebração do nascimento de Jesus Cristo.
Familiares e amigos encheram completamente o salão do GUSS, apoiando e aplaudindo as prestações artísticas dos mais novos, num clima de alegria e descontracção.
No fim, a festa prolongou-se à volta da mesa, num jantar partilhado.
E ali houve Natal...















sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Festa de Natal: estamos à sua espera



Não vai ser assim. Vai ser muito melhor! Porque serão os vossos filhos, netos, vizinhos, amigos... a fazer a festa. E por isso será nossa. E por isso, será melhor.
A Festa de Natal de São Cristóvão será amanhã, sábado,no salão da Sociedade, com o seguinte programa:
18.00 horas: Representações de Natal, pelas crianças e jovens da catequese.
19.00 horas: Jantar partilhado.

Venha celebrar o Natal connosco.


domingo, 4 de dezembro de 2011

Porque hoje é Domingo


Uma voz clama no deserto:
‘Preparai o caminho do Senhor,
endireitai as suas veredas’».
Mc. 1, 2

João Baptista apela à transformação da vida. Não podemos mudar o mundo, por ser gigantesca a tarefa. Mas podemos mudar-nos a nós. Um bocadinho de cada vez. Pouco a pouco. E temos nessa tarefa, trabalho para a vida inteira.
"Vem, Senhor Jesus", repetimos como  refrão, ao longo deste tempo de Advento. Mas a ideia não é ficar parado, à espera que o Senhor venha fazer o que precisamos. É mais o contrário: deixar cair o que nos tolhe e empreender caminho no sentido da renovação da existência.